terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pink falou e disse: doutrina é a base da prática e ignorar isso é heresia na certa!


Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.

2 Timóteo 3.16,17

"É pela doutrina, ou ensino, que nos são reveladas as grandes realidades a respeito de Deus, de nosso relacionamento com Ele, de Cristo, do Espírito, da salvação, da graça e da glória. É pela doutrina (mediante o poder do Espírito) que os crentes são alimentados e edificados; e, quando há negligência na doutrina, forçosamente cessam o crescimento na graça e o testemunho eficaz. Como é triste, portanto, constatar que a doutrina atualmente está sendo depreciada como algo sem valor para a vida prática, quando, de fato, a doutrina é a própria base da vida prática. Há uma inseparável conexão entre o crer e a prática - 'Como imagina em sua alma, assim ele é' (Pv 23.7). A relação entre a verdade divina e o caráter cristão é de causa e efeito - 'E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará' (Jo 8.32). Ficamos livres da ignorância, dos preconceitos, do engano, das artimanhas de Satanás e do poder do mal; mas, se a verdade não é 'conhecida', então essa liberdade não existe na prática. Observe a ordem na passagem que iniciamos esse capítulo. Toda Escritura é útil, primeiro para o 'ensino'! A mesma ordem é observada em todas as epístolas, especialmente nos grandes tratados doutrinários do apóstolo Paulo. Lendo a epístola aos Romanos, podemos perceber que não há uma única admoestação nos primeiros cinco capítulos. Na epístola aos Efésios, não há qualquer exortação antes do quarto capítulo. A ordem de apresentação é: primeiro, a exposição de doutrinas; depois, admoestação ou exortação para que o ensino seja aplicado na vida diária.


A substituição da exposição doutrinária pela 'pregação prática', que atualmente lhe toma o lugar, é a causa fundamental de muitas das graves enfermidades que afligem a igreja de Deus. A razão por que há tão pouca profundidade, tão pouco entendimento, tão pouca apreensão das verdades fundamentais do cristianismo é que poucos crentes têm se firmado na fé, por não ouvirem a exposição das doutrinas da graça ou por não estudarem, pessoalmente, essas verdades bíblicas. Enquanto a alma não está firmada na doutrina da divina inspiração das Escrituras - sua inspiração plenária e verbal - não pode haver qualquer alicerce sólido em que fundamentar-se. Enquanto a alma ignora a doutrina da justificação, não pode haver qualquer segurança real e inteligente de sua aceitação no Amado. Enquanto a alma desconhece o ensino da Palavra a respeito da santificação, estará aberta para acolher todos os erros do perfeccionismo e outros ensinamentos errados. Assim poderíamos continuar, através de todas as doutrinas cristãs. É o ignorar a doutrina que tem tornado a igreja incompetente para fazer frente à crescente maré de infidelidade. O ignorar a doutrina é, em grande medida, o responsável pelo fato de milhares de cristãos professos serem cativados pelos numerosos 'ismos' dos nossos dias. Ter chegado a hora em que, em sua grande maioria, nossas igrejas 'não suportarão a sã doutrina' (2Tm 4.3) é razão por que elas estão se dispondo a acolherem doutrinas falsas. Naturalmente, é verdade que a doutrina, como todas as demais coisas que há nas Escrituras, pode ser estudada do ponto de vista meramente intelectual e frio; e que, quando assim examinados, o ensino e o estudo da doutrina devidamente acolhida, a doutrina estudada com um coração preparado, levará sempre a um mais profundo conehcimento de Deus e das insondáveis riquezas de Cristo."



Fonte: A. W. Pink, Deus é Soberano, p. 155,156.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A Base Filosófica da Revolução Sexual

"Quando a existência de Deus não é mais um fato, mas uma crença subjetiva (e bastante controversa por sinal), a autoridade moral de Deus desaparece. Não é coincidência, portanto, que uma mudança drástica na natureza do casamento se seguisse imediatamente à mudança na filosofia dominante. As restrições legais ao divórcio e o estigma social se evaporaram praticamente do dia para a noite. O casamento deixou de ser uma aliança que envolve Deus e a comunidade, tanto quanto o marido e a mulher. Tornou-se um contrato comum que pode ser dissolvido à vontade por qualquer uma das partes. O que antes era considerado algo ilegítimo, como uma mulher ter um filho sem ser casada, tornou-se respeitável, e até mesmo a tradicional família com pai e mãe começou a parecer uma coisa ridícula, uma tentativa patética de simular esses seriados cômicos da TV que mostram uma família de sonho que nunca existiu na realidade.

Com a revolução do divórcio veio a revolução sexual, já que a morte de Deus e a disponibilidade de contraceptivos pareciam fazer da castidade uma coisa obsoleta. Seguindo na rasteira da revolução sexual, veio a revolução feminista, com uma ala radical que explicitamente rejeitava a família tradicional, tida antes como a coluna da sociedade. O feminismo exigiu o direito irrestrito ao aborto, e a Suprema Corte prontamente o incluiu na Constituição e o impôs à nação relutante. A liberação homossexual veio em seguida. Os ativistas homossexuais rapidamente ganharam a condição de 'vítimas' e o consequente apoio da mídia para suas causas. A Suprema Corte outra vez alinhou-se complacentemente com a tendência cultural e consegui encontrar na Constituição um princípio de que leis baseada em hostilidade em relação ao homossexualismo são inconstitucionais. A inversão moral e legal não podiam mais ser contidas, uma vez que uma mudança fundamental havia sido feita na filosofia religiosa oficial."


Fonte: Phillip E. Johnson, Como derrotar o evolucionismo com mentes abertas, pg. 114,115.

sábado, 20 de novembro de 2010

Apoio à Universidade Presbiteriana Mackenzie



A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

sábado, 6 de novembro de 2010

Igreja (IPR) num Apto: missão numa cultura urbana emergente

"Gostaria de encerrar este capítulo falando acerca de uma igreja local em particular. Como qualquer outra igreja local, ela também tem seus problemas. Porém, está repleta de características inteiramente admiráveis.

Essa igreja começou há apenas uns vinte anos com um pequeno grupo que se reunia em um apartamento. Eram comprometidos com sua fé e obediência a Jesus, e desejavam ardentemente alcançar os não convertidos da região metropolitana em que estavam localizados. O homem que aceitou ser o pastor dessa comunidade não apenas tinha um excelente domínio da teologia bíblica, mas era extraordinariamente perspicaz na leitura que fazia da cultura urbana e bastante pós-moderna que os cercava. Muitos que frequentavam a igreja tinham profunda convicção de que o cristianismo vivido por aqueles cristãos era autêntico; a mensagem soava verdadeira, o culto comunitário (um tanto tradicional pela manhã e mais inovador à noite) era cheio de vitalidade, integridade e de expressões genuínas de contrição e louvor.

Embora estivesse ligado a uma tradição teológica específica, seu jeito não era visto como arrogante, mesmo quando encorajavam um profundo confessionalismo. Sua denominação tinha pouca representatividade demográfica em sua cidade, de modo que o crescimento que experimentaram não foi alcançado pela transferência de fiéis das igrejas irmãs: em sua maior parte era fruto de conversão. Conseguir penetrar aqueles blocos fechados de apartamentos e a cultura yuppie de uma grande cidade nunca é tarefa fácil, mas centenas e posteriormente milhares de pessoas estavam se convertendo, dando origem a uma congregação em que a média de idade estava na faixa do final dos vinte e começo dos trinta anos: era a geração pós-moderna que estava sendo mais impactada. Ao longo de duas décadas essa igreja plantou inúmeras congregações na região metropolitana em que estava radicada e, então, passou a ajudar a plantar outras igrejas de outras regiões metropolitanas.

A grande ironia é que, embora toda essa descrição soe como um exemplo fenomenal de uma igreja emergente, é completamente improvável que a igreja de que falo - a Redeemer Presbyterian Church [Igreja Presbiteriana Redentor] de Nova York - identifique-se dessa forma. No entanto, o motivo pelo qual falo dessa igreja deve ficar claro: ela demonstra possuir muitos dos pontos fortes do movimento emergente, mas ao mesmo tempo escapa de muitos dos seus pontos fracos. Em outras palavras, o movimento emergente tem vários pontos fortes, pelos quais devemos ser gratos - mas que, no entanto, não são uma exclusividade desse movimento. Na verdade, eu poderia citar uma série de igrejas locais que partilham dos mesmos pontos fortes do movimento emergente, mas que não gostariam de ser identificadas dessa forma. Isso demonstra que o movimento emergente está por dentro de algo. Significa que mais e mais igrejas sentem a necessidade de mudança em resposta à cultura, ainda que não concordem quanto a como essa mudança deva se parecer.

Essa sóbria realidade sugere que, tendo visto os pontos fortes do movimento emergente, devemos também refletir sobre seus pontos fracos."



Fonte: Igreja Emergente - o movimento e suas implicações. D. A. Carson. Vida Nova, p. 66-67. 2010.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

"Ortodoxa" e não relevante?

"...Se a juventude de hoje está à procura das coisas certas (significado, paz, amor, realidade) ela as tem procurado nos lugares errados. O primeiro lugar onde deveriam procurar é um lugar onde normalmente ignoram, isto é, a igreja. Pois, com demasiada frequência, o que vêem nas igrejas não é a contracultura*, mas o conformismo; não uma nova sociedade que concretiza seus ideais, mas uma versão da velha sociedade a que renunciaram; não a vida, mas a morte. Prontamente endossariam o que Jesus disse de uma igreja do primeiro século: "Tens nome de que vives, e estás morto."**"

*cultura alternativa, cuja fé-ética-moral fixa-se nas Escrituras, particularmente no Sermão do Monte (Mateus 5.1-8.1 // Lucas 6.17-7.1).
**Apocalipse 3.1


Fonte: A Mensagem do Sermão do Monte - Contracultura Cristã, John Sott, ABU, 3 ed., p. 3.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A importância da agonia de se preparar um sermão

"Pensar é difícil, mas consta como a obra essencial do pregador. Que não haja mal-entendido algum sobre a dificuldade da tarefa. Frequentemente é lenta, desanimadora, opressiva. Mas quando Deus chama os homens para pregar, chama-os a amá-lo com suas mentes. Deus merece esse tipo de amor, e assim também as pessoas às quais ministramos.

Em certa manhã fria e sombria um pregador trabalhou com seu sermão desde o café da manhã até o meio-dia, com pouca coisa para mostrar pelo esforço feito. Impaciente, largou a sua caneta na mesa e olhou desconsolado pela janela, sentindo pena de si, porque lhe custava fazer os sermões aparecerem. Foi então que raiou na sua mente um pensamento que produziu um efeito profundo sobre o seu ministério, a partir de então. "Seus irmãos cristãos", ele pensou, "dedicarão muito mais tempo a esse sermão do que você. Vieram de mais de uma centena de lares. Viajam mil quilômetros, no cômputo global, para estarem no culto. Passarão trezentas horas participando do culto e escutando o que você tem a dizer. Não se queixe das horas que está passando no preparo, nem da agonia que sente. O povo merece tudo quanto você pode dar-lhe".


Haddon W. Robinson


Pregação Bíblica: o desenvolvimento e a entrega de sermões expositivos. Shedd, 2 ed., pg. 49. São Paulo-SP, 2002.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Essa é a única coisa que não devemos dizer


"Há um elemento do que ele afirmava que tende a passar despercebido, pois o ouvimos tantas vezes que já não percebemos o que ele de fato significa. Refiro-me ao perdão dos pecados. De todos os pecados. Ora, a menos que seja Deus quem o afirme, isso soa tão absurdo que chega a ser cômico. Compreendemos que um homem perdoe as ofensas cometidas contra ele mesmo. Você pisa no meu pé, ou rouba o meu dinheiro, e eu o perdôo. O que diríamos, no entanto, de um homem que, se ter sido pisado ou roubado, anunciasse o perdão dos pisões e dos roubos cometidos contra os outros? Presunção asinina é a descrição mais gential que podemos dar da sua conduta. Entretanto, foi isso o que Jesus fez. Anunciou ao povo que os pecados cometidos estavam perdoados, e fez isso sem consultar os que , sem dúvida alguma, haviam sido lesados por esses pecados. Sem hesitar, comportou-se como se fosse ele a parte interessada, como se fosse o principal ofendido. Isso só tem sentido se ele for realmente Deus, cujas leis são transgredidas e cujo amor é ferido a cada pecado cometido. Nos lábios de qualquer pessoa que não Deus, essas palavras implicam algo que só posso chamar de uma imbecilidade e uma vaidade não superadas por nenhum outro personagem da história.

No entanto (e isto é estranho e, ao mesmo tempo, significativo), nem mesmo seus inimigos, quando lêem os evangelhos, costumam ter essa impressão de imbecilidade ou vaidade. Quanto menos os leitores sem preconceitos. Cristo afirma ser "humilde e manso", e acreditamos nele, sem nos dar conta de que, se ele fosse somente um homem, a humildade e a mansidão seriam as últimas qualidades que poderíamos atribuir a alguns de seus ditos.

Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: "Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus." Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático - no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido - ou então o diabo em pessoa. Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por seu um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas que ninguém venha, com paternal condescêndência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la."


C. S. Lewis


Cristianismo Puro e Simples, Martins Fontes, 2ª edição, p. 68-70.